Farolight

Sua operação já roda. A gente ilumina os pontos que ainda custam horas.

A maioria dos pilotos de IA morre no escuro: ninguém mediu. A gente começa acendendo a luz.

Em produção para

  • Vallo
  • Geniuz Digital
  • The Labz
  • NextUp

Empresas não estão atrasadas por falta de IA.

Falta quem entre na operação, escolha os pontos certos e prove o resultado. Enquanto isso, o trabalho manual continua sendo pago todo mês, no escuro. Aponte a luz.

O piloto não morreu por falta de tecnologia.

Três curvas de custo do trabalho manual ao longo de dois anos. A do piloto é a que a maioria já viu de perto.

−68%

no custo do trabalho manual no mês 24, comparado a seguir 100% manual.

06121824MesesCusto do trabalho manual01020304−68%Empresa tradicionalFarolightSoftware houseMês desligado
  1. 01

    Funcionou na demo.

    Dez exemplos escolhidos a dedo numa tela. Ninguém definiu o que era acertar, sem dataset, sem baseline humano pra comparar.

  2. 02

    Vamos testar com o time.

    Duas pessoas, uma aba ao lado do sistema de verdade, sem dono. O teste nunca chegou no fluxo de quem faz o trabalho.

  3. 03

    Tá rodando, tá bom.

    IA às cegas: sem número semanal de acerto, ninguém olhando os erros. O que não se mede, na primeira dúvida, se desliga.

  4. 04

    Gastou e não voltou nada.

    Seis meses de fatura, nenhum número de antes e depois. O fluxo caiu numa sexta e na segunda o time voltou pra planilha. Custo manual de volta onde começou.

Curva ilustrativa. Os números reais estão na seção acima e em /cases.

Nada disso é problema de IA. É problema de operação e de um sistema que mede o output.

Quatro passos. Um sistema medido.

O formato não muda. O que escala é a profundidade e o escopo.

  1. 01

    Mapear

    Sentamos com o time e vemos como o trabalho acontece: fluxos, handoffs, retrabalho, onde a hora vai embora.

    Entrega: mapa quantificado da operação

  2. 02

    Priorizar

    Escolhemos os dois ou três pontos onde IA muda o custo, e definimos antes o que é acertar.

    Entrega: dataset, baseline e meta por ponto

  3. 03

    Construir

    Sistema em produção, dentro do seu stack, com checkpoint humano onde há risco.

    Entrega: código no seu repositório

  4. 04

    Medir

    Comparamos com o baseline, monitoramos regressão e mostramos o número, bom ou ruim.

    Entrega: painel de eval e relatório mensal

O que a gente constrói.

Sites, marcas, plataformas e apps, de ponta a ponta. O padrão é AI-first: o modelo fazendo trabalho de verdade desde a primeira versão.

Engraving of a lighthouse on a rock at sea, lamp lit, beam crossing the water.

Produtos desenhados em volta do trabalho que o modelo faz: triagem, agendamento, análise de documentos. A IA não é uma feature colada depois; é a razão do produto existir. Checkpoint humano fica onde há risco.

  1. Sites

    Sites rápidos e editoriais que dizem o que a sua operação faz e pra onde vai.

  2. Branding

    Identidade, voz e o sistema pra aplicar as duas, do logo ao tom.

  3. Plataformas web

    Ferramentas internas e portais onde o time roda a operação.

  4. Apps mobile

    iOS e Android no mesmo núcleo de produto da web.

Nada disso precisa de IA desde o MVP. Quando ela ganha o lugar, o produto está pronto pra receber.

Falar sobre seu produto

Trabalho que assinamos embaixo.

Quatro projetos recentes, do primeiro rascunho ao lançamento.

Clientes que ficaram.

O que perguntam antes de agendar.

E se a IA errar?

Todo caso de risco passa por checkpoint humano antes de virar ação. E o sistema é medido contra um baseline: se o acerto cair abaixo do combinado, ele escala para o seu time em vez de decidir sozinho.

E os meus dados?

Rodamos dentro do seu ambiente, com as permissões mínimas por fluxo, e cada ação deixa rastro auditável. Nada de dado de cliente treinando modelo de terceiros; LGPD entra no desenho, não depois.

Já rodamos um piloto e ele morreu. Por que agora seria diferente?

Porque a ordem inverte. Antes de construir, definimos com você o que é acertar, montamos um dataset com casos reais e medimos contra o baseline humano. Piloto morre por falta de prova; a gente começa pela prova.

Isso vai substituir o meu time?

Não. Tira o trabalho repetitivo da frente: triagem, agendamento, análise de documento. O time fica com os casos que precisam de gente e revisa o que a IA sinaliza como risco.

Preciso trocar de sistema?

Não. A gente integra no que já roda, sem mexer no core. Se o sistema atual não sustentar o fluxo, a gente também arruma essa parte, mas isso é exceção, não o plano.

Quanto custa?

A primeira conversa é gratuita. Depois vem o discovery, com faixa de preço fechada em /services, e o valor dele vira crédito no build. O build é orçado com o mapa na mão, não no chute.

Quanto tempo até rodar de verdade?

O discovery é curto e tem entrega própria: o mapa priorizado de onde o tempo se perde, com riscos e faixa de investimento. O primeiro fluxo em produção vem logo depois, começando pelo ponto de maior retorno com menor risco.

Como eu sei que funcionou?

Métrica antes e depois, no seu número: horas de trabalho manual, tempo de resposta, custo por caso. Acerto medido contra baseline, taxa de escalonamento acompanhada e regressão testada a cada troca de modelo ou prompt.

Minha operação é pequena demais pra isso?

O tamanho da empresa importa menos que a operação: se existe processo rodando, dado acessível e alguém que sabe quanto a dor custa, dá pra medir. Se faltar um dos três, a resposta honesta é “ainda não”, e a gente fala.

Quem é dono do que for construído?

Você, desde o primeiro dia. Repositórios, prompts, datasets e contas ficam na sua organização. Se nos separarmos, tudo continua rodando e nada precisa ser devolvido.